O preço dessa escolha é dito com clareza: o Denarius avisa antes e mostra o que fazer, mas não bloqueia. Quem precisa bloquear pode usar um proxy junto.
Um proxy
Fica no meio de cada chamada de IA, para medir e bloquear.
Exige mudar código e rotear todo o tráfego.
Vira um ponto de falha e de latência.
Os prompts passam por um terceiro.
O Denarius
Lê, uma vez por dia, o que os provedores já expõem nas APIs administrativas.
Nenhuma linha de código muda.
Nenhuma latência nova nas chamadas.
Nenhum prompt passa por nós.
Proteção dos dados.
Construído para passar numa auditoria técnica.
Chaves dos provedores criptografadas e revogáveis a qualquer momento.
O Denarius só lê uso e custo. As permissões de cada chave dependem do provedor.
Cada empresa isolada no banco por Row-Level Security, com o isolamento testado automaticamente a cada mudança.
Trilha de auditoria das ações administrativas.
LGPD em autoatendimento: exportar ou excluir os dados.
Número honesto ou nenhum número.
Um CFO cético precisa conseguir defender cada valor.
Todo valor traz a data da última atualização.
Câmbio congelado no início do mês e mostrado na tela.
Modelo sem preço aparece como “não precificado”, nunca como zero.
Todo número simulado leva ≈.
A IA só redige o texto: todo número sai de código determinístico e testado.
Controle, não vigilância.
Os rankings de tokens premiavam consumo, não resultado. O Denarius nasce do outro lado dessa lição.
Não existe ranking de pessoas.
Nomes só aparecem para administradores, e só como contribuintes de um pico.
A empresa pode desligar a exibição de nomes.
Líderes de time veem os totais do próprio time, sem nomes individuais.
O que o Denarius não faz.
Dizer o limite com clareza faz parte da confiança.
Não bloqueia nem limita o uso de nenhum time.
Não roteia chamadas, não aplica planos e não age sozinho.
Não atualiza em tempo real: sincroniza todo dia.
Não guarda prompts nem respostas, só metadados de uso.